| Investir em negócios da moda é um bom negócio? |
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Num primeiro momento, para muitos, a moda é vista como algo fútil, supérfluo e inconsistente, engana-se brutalmente quem pensa assim.
Sr. Mario Livramento, executivo da Juriti Microfinanças
Negócio complexo e de muita lucratividade, a moda une técnica e desejo de forma única, produzir moda implica em conhecimento, e fazê-la desejável envolve expertise, unir polos tão distintos e torná-los compatíveis com objetivos comerciais não é tarefa fácil; porém investidores de visão têm buscado caminhos para unir desejo de consumo a bons negócios, usando a internet como meio de interseção. Um excelente exemplo de estratégia de negócios é a Juriti, empresa que entre outras atividades, atua no setor de finanças oferecendo microcrédito produtivo, dentro do conceito e incentivo governamental do PNMPO – Programa Nacional do Microcrédito Produtivo Orientado, a empresa entendeu o segmento de moda sob um prisma diferenciado, apoiando o portal Vestes BR, que apresenta soluções para empresas de moda ampliarem sua visibilidade e fazer negócios. Em entrevista exclusiva o Sr. Mario Livramento executivo da Juriti Microfinanças, comenta sobre o microcrédito e incentivo à moda e o investimento no portal Vestes BR. Para um investidor as questões de segurança nas escolhas de seu direcionamento estratégico, costumam ser rígidas, apesar de consistente hoje em dia, a moda como negócio é uma visão recente no país; por que a Juriti Microfinanças escolheu este nicho como um segmento a ser incentivado? O portal vem como opção inteligente para que se possa ter controle e feedback do departamento comercial e atingir novos mercados, a internet possibilita que a empresa participante chegue a locais que não chegaria com uma equipe de vendas convencional. Através do portal, lojistas interessados poderão conhecer as coleções, ter informações de moda e de negócios e efetuar suas compras de maneira eficiente e segura. Lojistas que não conheçam alguma marca, no princípio podem estranhar esta nova forma de comprar, pois o usual é tocar no tecido, ver o acabamento, mas as empresas participantes são selecionadas também em função da qualidade de seus produtos, há garantias, e após a primeira compra o lojista se sentirá mais confiante com relação aos produtos, passando a ser algo natural comprar através do portal, otimizando o trabalho num segmento onde agilidade é fundamental para os bons negócios. Esta nova forma de confeccionistas fazerem negócios com lojistas parece uma evolução. A internet é uma grande ferramenta de divulgação, mas haverá algum suporte para que os participantes possam gerir estes negócios? Como funcionará a questão do crédito a este lojista? O conceito de microcrédito é ainda pouco difundido por aqui, como acha que o seu possível cliente poderia entender melhor a diferença entre microcrédito e um financiamento convencional, e optar por ele?
Portal Vestes BR apresenta soluções para empresas de moda ampliarem sua visibilidade e fazer negócios
Desde que o tema passou a ser abordado de maneira mais profissional, os negócios da moda têm se ampliado em escala geométrica, considera que este crescimento seja benéfico para o mercado como um todo? E de que forma suas linhas de crédito poderiam auxiliar neste crescimento de maneira a interligar criatividade, novas tecnologias, renovação de estilo, comercialização e atendimento ao cliente? Moda é um mundo um pouco diferenciado no que tange a planejamento e estratégias de mercado, vive-se sempre produzindo e consumindo em tempo recorde, pois as coleções são efêmeras, isso se não for bem administrado pelo tomador deste empréstimo, pode resultar em inadimplência. Levando-se em conta estas particularidades, existe por parte de vocês algum trabalho de educação financeira e orientação para que estas empresas que buscam o crédito oferecido possam utilizar bem este incentivo? Há alguma novidade sobre a incursão da Juriti no mundo da moda que não tenha sido abordada, e que meus leitores gostassem de saber? |
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